Nota
- Maycol Vidal

- há 4 dias
- 1 min de leitura

Relativamente as recentes denuncias veiculadas na rede mundial de computadores sobre a extinta Operação PRANDIUM, na qual foram investigados cerca de 17 (dezessete) diretores associados e três diretores regionais administrativos da época, por suposto envolvimento fraudulento na compra e distribuição dos Kits de alimentação, durante a Pandemia, a Associação dos Diretores de Escolas Públicas do Estado do Rio de Janeiro, passa a esclarecer, a bem da verdade.
A operação policial e o inquérito ministerial foram deflagrados a partir de denúncia anônima na qual foram feitas falsas acusações, que culminaram pela condução coercitiva dos envolvidos à Delegacia de Polícia, além de buscas e apreensões de equipamentos e documentos nas escolas e nas residências dos falsamente acusados, em ato de violência psicológica que provocou enorme constrangimento e profundo mal-estar aos envolvidos.
O que a leviana e grave acusação veiculada na Internet omitiu, intencionalmente, é que todos os procedimentos investigatórios - o inquérito policial, o inquérito civil e o processo administrativo disciplinar foram ARQUIVADOS, por falta do mínimo lastro probatório necessário, vale dizer, não foram MINIMAMENTE comprovadas as denúncias.
É lamentável e criminoso, que pessoas de pouco caráter lancem mão a expediente dessa natureza, com a finalidade de manchar a reputação, difamar e caluniar servidores públicos, detentores de anos de serviço prestados ao Estado e à população, com propósito partidário.
A ADERJ se solidariza com os servidores caluniados e implementará as medidas cabíveis.


Comentários